
No 8 de março – Dia Internacional da Mulher, não celebramos flores ou homenagens vazias. É uma data de memória, resistência e luta política.
O Dia Internacional da Mulher nasceu das mobilizações de trabalhadoras que enfrentaram jornadas exaustivas, salários miseráveis e condições desumanas. Foi nas ruas, nas greves e nos movimentos sociais que mulheres reivindicaram direitos básicos: voto, trabalho digno, educação, autonomia sobre seus próprios corpos e participação política.
Hoje, a luta continua.
Ser mulher ainda significa enfrentar:
✊ Desigualdade salarial
✊ Violência doméstica e feminicídio
✊ Assédio nas ruas e no trabalho
✊ Sobrecarga do trabalho doméstico não remunerado
✊ Racismo, machismo e LGBTfobia
✊ Sub-representação nos espaços de poder
O 8 de março é um chamado à ação. É sobre políticas públicas que protejam vidas. É sobre orçamento para combater a violência. É sobre creches, saúde, equidade salarial, licença parental justa. É sobre garantir que meninas cresçam com oportunidades e que mulheres envelheçam com dignidade.
Não é um dia apenas de “parabéns”.
É um dia de consciência.
É um dia de luta coletiva.
É um dia político.
Que possamos transformar indignação em organização, dor em resistência e resistência em mudança estrutural. Porque enquanto houver desigualdade, o 8 de março seguirá sendo um ato de coragem.
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