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O fim da estabilidade de servidores públicos, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, nesta quarta-feira (4), preocupa entidades sindicais. A medida está em discussão no Congresso através do Projeto de Lei do Senado (PLS) 116/2017. Para o diretor-executivo da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), Pedro Armengol, a medida seria uma forma de possibilitar uma demissão em massa, reduzindo o tamanho do Estado:

"O que eles querem é uma margem pra ter a possibilidade de demitir servidor público sem nenhum tipo de justificativa porque, com o ajuste fiscal, a partir da Emenda Constitucional 95 [que cria o teto dos gastos públicos ], a União, os estados e municípios vão ter que demitir servidores porque não vão ter recursos financeiros disponíveis para pagá-los”, diz.

O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) e autoriza a perda do cargo público por “insuficiência de desempenho”. Atualmente, a legislação autoriza a demissão, mas o trâmite se dá por meio de um processo administrativo.

Os parlamentares favoráveis ao PLS afirmam que a medida é importante para garantir a eficiência no serviço público. No entanto, críticos da proposta dizem que ela se baseia em critérios subjetivos de avaliação, o que abriria margem para possíveis arbitrariedades.

Para o servidor público federal Danilo Morais, o projeto insere o serviço público em uma lógica semelhante à da esfera privada. Ele acredita que a medida vai gerar insegurança e questionamentos judiciais: 

“O Fisco não pode ter meta de resultados cada vez mais ambiciosas como um vendedor, por exemplo, pode ter. Um vendedor tem que vender cada vez mais. Agora, quem trabalha no Fisco não pode arrecadar cada vez mais. A lei tributária vai dizer até quando ele pode tributar e quando ele deve parar".

Morais cita como exemplo o caso de um trabalhador que atue em um protocolo de uma repartição burocrática. "Ele vai bater meta de que ordem? Ele vai ter uma meta de receber 100 documentos por dia? E se esses documentos não chegarem? Nada disso está sendo dialogado nesse projeto”, ressalta.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) apresentou nove emendas com sugestões de mudanças no PLS, mas elas não foram aceitas pelo relator. Ela aponta, entre outras coisas, que projetos dessa natureza não podem ser propostos pelo Poder Legislativo: A Constituição é clara ao dizer que é exclusividade do Executivo a organização dos servidores públicos, a iniciativa – via projeto – de organização do serviço público e, principalmente, a questão da estabilidade no emprego”. 

O Senado abriu uma enquete virtual para consultar os internautas a respeito da proposta. Até o momento, mais de 103 mil pessoas votaram contra o fim da estabilidade de funcionários públicos e cerca de 35 mil votaram a favor. Depois da aprovação na CCJ, a matéria será analisada por mais três comissões legislativas e, se aprovada, será votada em plenário.

 

Fonte:CNTSS

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O deputado Lasier foi o relator da matéria e defendeu que os servidores sejam avaliados e possam ser exonerados em caso de baixo rendimento

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 4 de outubro, a proposta que acaba com a estabilidade no serviço público para servidores com baixo desempenho nas atividades desenvolvidas. Relator do projeto de lei que, na prática, acaba com a vitaliciedade no serviço público, o senador Lasier Martins (PSD-RS) defendeu a mudança e ressaltou que o texto foi amplamente debatido. "Nós debatemos com profundamente com a área legislativa e constatamos que não há nenhuma inconstitucionalidade", afirmou. A matéria já passou por audiências públicas e foi submetida a consulta pública no site do Senado.

Na Casa, o texto ainda passará pela Comissão de Assuntos Sociais, Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Transparência e Governança antes de seguir para o plenário do Senado. De natureza complementar, a matéria regulamenta o artigo 41, parágrafo primeiro, da Constituição. Esse dispositivo já determina que o servidor estável – já transposto o período de três anos de estágio probatório – fica sob risco de perder seu posto de concursado em caso de resultado insatisfatório “mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa”. O que o texto em discussão promove é a definição de normas mais específicas para a execução de tais testes, com pontuação por desempenho.

 

Um dos defensores da matéria, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) frisou que "para merecer a proteção da estabilidade é preciso que do ponto de vista social se justifique através da avaliação".

 

Em seu parecer, Lasier flexibilizou a redação concebida por Maria do Carmo (DEM-SE), por exemplo, ao dobrar o período de testes a que o servidor concursado com desempenho considerado insuficiente deverá ser submetido – em vez de exame a cada seis meses, o senador propôs sabatina anual. O senador também aumentou de um para três o número de avaliadores – no primeiro texto, a tarefa cabia apenas ao chefe de departamento, situação que poderia suscitar casos de perseguição.

De acordo com a proposta aprovada, essa espécie de banca examinadora passaria a contar com um profissional de nível e setor equivalentes ao do servidor examinado e outro do departamento de recursos humanos. Segundo Lasier, trata-se de um mecanismo de aprimoramento do funcionalismo com o máximo de garantias ao servidor estável – eles terão, de acordo com o relatório, até cinco anos para tentar se aperfeiçoar e, em caso de êxito, reverter a desconfiança em torno de sua proficiência profissional. Caso a situação não mude depois de todo esse período, destaca Lasier, o servidor deve ser submetido ao processo de exoneração.

 

Entre outras providências, o texto fixa uma escala de notas de desempenho para avaliar servidores considerados pouco produtivos. Esse funcionário poderá ser demitido, segundo o relatório de Lasier, caso não alcance nota superior a 2,9, em dois anos de avaliação, ou maior que 4,5, em cinco anos. Os efeitos da legislação proposta valem para União, estados, municípios e Distrito Federal.

 

Fonte: portal Congresso em Foco.

 

 

 

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Charge ironiza apatia da maioria da população diante da situação do país. Não fique parado, entre na luta!

 

O INSS e o Ministério do Planejamento, rompendo processo de negociação com a FENASPS, unilateralmente resolveram mandar descontar os dias de paralisações referentes a 15 de março, 28 de abril, 8 de maio e 30 de junho, e conforme informativo do INSS "serão objeto de descontos em Folha de Pagamento de outubro do presente ano".

 

Desde março de 2017 que foi apresentada a pauta de reivindicações dos servidores para discutir a data-base da categoria, que não está previsto nenhum reajuste em 2018 e 2019, e já tivemos várias reuniões com a Diretoria Colegiada do INSS e Ministério do Planejamento.

 

A Direção do INSS e o Ministério do Planejamento têm informações que nos dias da Greve Geral houve paralisação no sistema de transporte público nas capitais e principais cidades do país e os servidores já repuseram os serviços. Esses órgãos possuem o controle para saber que a maioria dos servidores tem banco de horas para ser compensado e a Federação que possam usar para compensar os dias.

 

No entanto, parece que o governo prefere usar dois pesos e medidas diferentes, na mesma semana que anistiou o período da greve dos médicos peritos mandou fazer o desconto, não permitindo que possam ser parcelados os valores nem mesmo feita a compensação.

 

É importante que todos os servidores que tenham horas acumuladas requeiram junto à Gerênciancia Executiva o direito a compensarem as mesmas com os dias da greve ou então possam requerer fazer o uso no dia que for melhor para cada um.

 

Esta ação do governo demonstra que estes gestores do alto escalão além de não terem nenhum compromisso com os servidores, agem como se fosse ficar eternamente nos cargos e não precisam lutar por melhores salários e condições de vida.

 

Considerando que estamos em processo de negociação, vamos procurar a justiça para discutir o tratamento diferenciado que estão dando aos trabalhadores que lutam por seus direitos.

 

Fonte: FENASPS

A Lei da Reforma Trabalhista aprovada pelo governo ilegítimo de Michel Temer, passa a valer a partir do dia 11 de novembro de 2017. Além disso, a Lei que permite a Terceirização ilimitada já entrou em vigor. Temer está tirando direitos do trabalhador que foram conquistados ao longo de décadas. Deste modo a Central Única dos Trabalhadores (CUT) está realizando uma campanha nacional pela anulação da Reforma Trabalhista. E precisa do apoio de todos para barrar essas reformas cruéis que esse governo está empurrando goela abaixo de todos os brasileiros.

Acesse anulareforma.cut.org.br e participe dessa campanha. 

“Se enganam eles se pensam 'vamos tirar o Lula da jogada e está tudo resolvido'; se pensam que o 'problema' sou eu, é bom tirar o cavalo da chuva porque temos milhões de pessoas que pensam como o Lula

 

Ricardo Stuckert / Instituto LulaDiante de mais uma multidão, na Praça Pedro II, em São Luís, caravana se despede dos vários Lulas de

Quase três horas para chegar à Praça Pedro II, no centro histórico da capital. Metade do caminho de ferry, metade de ônibus, assim Elza Rodrigues saiu da comunidade quilombola de Rio Grande, no município de Bequimão, para chegar ao ato de encerramento da Caravana Lula pelo Brasil, na noite desta terça-feira (5). Foram 20 dias e 4.300 quilômetros passando por mais de 50 municípios nos nove estados do Nordeste. Dona Elza é mais um personagem dessa história que não poderia ser contada sem os milhares de rostos anônimos, principal componente em cada parada pelo caminho, em cada grande manifestação.

São os responsáveis por uma mistura especial de “cheiro de poeira com cheiro de esperança”, como definiu Lula em seu discurso de despedida. “Termino dizendo para vocês: queria que todo governante desse país fizesse uma caravana. Que tivessem coragem de conversar com o povo, abraçar pessoas com cheiro de poeira, cheiro de esperança e cheiro de sonho. Pessoas dizendo que estamos perdendo o que conquistamos. Eu diria: não percam a esperança. Quando não acreditarem em ninguém, entrem na política.”

Aos 65 anos, Elza estava feliz por estar ali e, mesmo sem saber, fazendo política. “Nunca tinha visto uma coisa assim”, dizia a mãe de quatro filhos, avó de 15 netos e uma bisneta. Ela conta que em Bequimão tinha “muita gente pobre”. “E no governo de Lula melhorou a qualidade de vida de muitas pessoas. Na associação que nós temos, arranjamos 49 casas nesse projeto. Colocamos o projeto no governo de Lula e recebemos as casas no governo de Dilma”, explica a agricultora que ao lado de três dos seus filhos planta milho, mandioca, feijão e já quebrou muito coco babaçu. “Hoje não quebro mais, não.”

Essa é a realização de dona Elza: ter sua casa e não quebrar mais coco. E foi à praça para comemorar. Se isso é pouco aos olhos de alguns, para ela é parte importante de sua satisfação com sua terra e sua cultura. As festas na comunidade têm forró de caixa e tambor de crioula, tudo que aprendeu com a avó e a com mãe, e ensina aos filhos e netos.

 

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O vigilante de escola Luiz Bezerra Lima, 50 anos, saiu de Capinzal do Norte, a 200 quilômetros da capital maranhense, para 'ver Lula e ouvir suas palavras'. Dona Elza viajou três horas, saiu da comunidade quilombola de Rio Grande, no município de Bequimão, para estar ali. Aos 65 anos, foi quebradeira de coco. 'Hoje não quebro mais não', comemora

Lula é uma ideia

Dona Elza respondia à pergunta feita por Flavio Dino, do alto do palco, em frente à sede do governo estadual, o Palácio dos Leões. “Quem construiu as riquezas de São Luís? Quem construiu a riqueza do Brasil? Os negros, índios, os trabalhadores, o povo mais pobre do nosso país. Todos nós sabemos que estranhamente, nosso país desenvolveu um ódio aos mais pobres. Esse país é racista, preconceituoso e obscenamente desigual. Temos de lutar contra tudo isso.”

Era mais uma noite em que, longe dali, o Jornal Nacional dedicava longos minutos a uma denúncia apresentada contra Lula e Dilma pelo procurador-geral Rodrigo Janot, em mais um episódio de perseguição política por uso da Justiça e da mídia – enquanto o telejornal desprezava as provas materializadas em malas de dinheiro em apartamento de Geddel Vieira Lima.

E Lula voltava a pedir que ninguém se desesperasse. “Ninguém pode perder a esperança”, reforçou. “Se enganam eles se pensam: vamos tirar o Lula da jogada e está tudo resolvido. Se pensam que o problema sou eu, é bom tirar o cavalo da chuva porque já temos milhões e milhões de pessoas que pensam como o Lula”, avisou.

“O Lula hoje representa uma ideia: a ideia de que o povo merece e pode viver bem. Nós aprendemos que não queremos mais morar na senzala, queremos morar na casa grande. Queremos subir o degrau social nesse país. Nosso milagre não está na capacidade do Lula, está na capacidade de vocês.”

Benjamim Alves, 15 anos, é um dos Lulas. O estudante estava na praça por que sempre conviveu com a desigualdade social. “Para mim, esse ato é um grito de democracia. O que a gente está vivendo hoje é uma espécie de ditadura camuflada. Esse ato é o grito da classe dominada, que somos nós. Representa toda a luta de um povo. Agora querem chegar e tomar a liderança, mas não vão. Eles só ganham no grito, a gente ganha na urna.”

Definindo Lula como um grande orador, Benjamim ainda estava por ali quando o ex-presidente falou da caravana. “Defendemos a democracia, o respeito à Constituição, o direito de termos um presidente que conhece a alma do povo, o que pensam negros, índios, LGBT, a sociedade diversa.” Mas ressaltou: “A democracia que eu quero é diferente da democracia que a elite quer. Na democracia deles, você pode gritar que tá com fome, mas não pode comer. Tem direito de dizer que quer trabalhar, mas não se preocupam com seu emprego. Por isso, o Temer está destruindo todas as conquistas dos trabalhadores”, criticando as mudanças impostas após o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff e o projeto político eleito para governar o Brasil.

 

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O presidente da Contag, Aristides Santos, destaca o papel agregador e conscientizador da caravana; o engenheiro Eduardo Souza, 55 anos, estava com a mulher e o filho, um dos muitos cadeirantes que estavam perto do palco para agradecer pelas políticas para as pessoas com deficiência: 'A elite se perdeu e abriu brechas para uma aberração como Bolsonaro', disse

Agradecimentos

Lula aproveitou o ato de encerramento da caravana em São Luís para agradecer aos governadores e prefeitos que receberam a comitiva em seus estados, suas cidades. Também agradeceu ao MST, à CUT, à Contag, aos sindicatos locais, “pela dedicação extraordinária para que pudéssemos colher carinho e sugestões do povo”.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), incentivou seus sindicatos filiados às noves federações locais no Nordeste a se envolver na caravana. “Está sendo uma oportunidade muito boa de a gente discutir com a população o que está acontecendo com o Brasil. O Lula não trás apenas esperança, traz também consciência, para que as pessoas entendam o que está acontecendo com o Brasil e a gente possa sair desta situação”, observou o presidente da Contag, Aristides Santos.

A secretária nacional de combate ao racismo da CUT, Júnia Nogueira, chegou à caravana durante esta passagem pelo Maranhão. “Minha participação está se dando no meu estado natal, mas acompanho a caravana pelas redes sociais e Lula acertou em ter construído essa caravana que, no Nordeste, tem sido um sucesso total. O objetivo principal dela é o presidente dialogar com a sociedade local e, acima de tudo, ouvir o que a população nordestina, que tanto se beneficiou das políticas sociais do governo Lula, está pensando e querendo”, disse.

O coordenador nacional do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile, destacou: “Não podemos apenas vir aqui e bater palmas para o Lula. Como militantes e representantes do povo brasileiro, temos que arregaçar as mangas e lutar. A luta é para amanhã, e depois, e só termina 1º de janeiro de 2019. O Brasil tem jeito. O Brasil tem futuro. O Brasil tem um povo lutador. E nós temos vontade política. Em 2018, vamos colocar de volta nosso companheiro Lula. A direita está mais perdida porque eles não representam o povo, não têm líderes do povo. Eles só têm uma forma de impedir que o povo volte ao poder, que é impedir o companheiro Lula”.

Stédile anunciou que os movimentos sociais estarão novamente solidários ao ex-presidente na ocasião de seu próximo depoimento ao juiz de primeira instância Sérgio Moro, no dia 13 em Curitiba. “O Judiciário tem que estar com o povo e não contra, como estão”, disse.

O ex-presidente encerrou o último ato de sua viagem com uma saudação especial ao movimento social: “Termino essa caravana muito grato ao movimento social, porque fizeram acontecer a caravana que mexeu com o coração do povo brasileiro, apesar de a grande imprensa não ter dado uma única notícia em todos esses dias”. Em entrevista aos jornalistas da mídia alternativa, Lula já tinha criticado a postura dos jornais, revistas e emissoras de TV e rádio comerciais. “Se a elite não sabe fazer, por favor, não se escondam atrás de mentiras. Disputem as eleições pra gente recuperar o Brasil para os brasileiros. Eles que se cuidem porque o povo brasileiro vai voltar a governar esse país.”

 

Fonte: CUT Nacional

Primeiro passo será a campanha pela coleta de assinaturas para projeto popular de revogação da reforma trabalhista

 

Roberto ParizottiDelegados e delegadas do Congresso durante lançamento da campanha de combate ao racismo

Na quarta-feira (30), terceiro dia de Congresso Extraordinário, a CUT definiu um calendário de lutas contra as reformas Trabalhista e Previdenciária e contra a entrega das empresas públicas.

A próxima ação votada e aprovada será o lançamento, no dia 7 de setembro, de uma campanha que terá a missão de colher mais de 1,3 milhão de assinaturas para enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular que revogue a nefasta reforma trabalhista de Michel Temer (PMDB).

A partir da data - que marca também o Grito dos Excluídos - a CUT irá disponibilizar kits para coletas de assinaturas, com a organização de comitês e ações de mobilização pelos sindicatos de base, em parceria com os parceiros da central nos movimento sociais. As outras centrais sindicais também serão chamadas a engrossar a campanha.

No dia de 14 de setembro, a CUT também ajudará a organizar um dia nacional de lutas, ao lado do movimento Brasil Metalúrgico em defesa dos empregos na indústria e das estatais. A manifestação já recebeu a adesão da Federação Nacional dos Urbanitários, que destacam,em sua ação contra as privatizações, a defesa da Eletrobras como patrimônio nacional.

No dia 3 de outubro, aniversário da Petrobrás, será a vez de o Rio de Janeiro promover uma grande manifestação contra a entrega da empresa e de outros patrimônios públicos. Outras manifestações nos estados nessa data poderão ampliar sua visibilidade.

Para se contrapor à entrada em vigor da Reforma Trabalhista em 11 de novembro, os movimentos sindical e sociais preparam uma caravana a Brasília na primeira quinzena do mês.

Além desses pontos, a Central vai manter o enfrentamento ao golpe, apoiando ações em defesa de democracia e do direito de Lula disputar as eleições.

“Temos um tempo bastante curto para definir qual Brasil desejamos. Ao combate às reformas incorporamos o repúdio ao pacote de privatizações proposto pelo golpista Michel Temer, que quer entregar de bandeja o patrimônio brasileiro a quem financiou o golpe. Além disso, estaremos nas ruas para dizer que eleição sem Lula é fraude e representa o segundo tempo do golpe”, apontou o diretor executivo da CUT Júlio Turra.  

Estratégia 

Pela manhã, os delegados e delegadas da CUT discutiram a estratégia de lutas em torno do mote “se a Reforma for colocada para votar o Brasil vai parar”. Para a secretária de Formação da CUT, Rosane Bertotti, a Central precisa fortalecer a discussão sobre o papel do Estado como indutor do desenvolvimento.

“É importante debater  o papel do Estado, do serviço e políticas públicas, como educação, seguridade social, agricultura familiar, a Reforma Agrária, entre outras”, disse.

Outras discussões importantes foram as resoluções que constroem a organização da luta da CUT, como a questão de fortalecimento da juventude ampliando a organização da classe trabalhadora com a presença de mais jovens dentro da Central.

Combate ao racismo

Ao final deste terceiro dia de Congresso, a Secretaria de Combate ao Racismo da CUT relançou a campanha contra discriminação no mundo do trabalho. Durante a apresentação que contou com uma mística cultural, a secretária Maria Júlia Nogueira alertou para a discriminação racial nesses espaços e na desigualdade salarial entre brancos e negros.

“A chamada liberdade da abolição não assegurou ao povo negro condições de inclusão na sociedade brasileira de forma digna, muito pelo contrário, foi relegado às periferias das cidades, das relações formais de trabalho, ou seja, jogado à margem da sociedade que estava sendo construída”, destaca.

O ato também pediu a liberdade de Rafael Braga, condenado a 11 anos e três meses de prisão. Ele foi o único jovem preso durante as manifestações de julho de 2013 por portar uma garrafa de Pinho Sol e outra com água sanitária, classificadas pelos policiais como armas. Ele conseguiu cumprir a pena em regime aberto, mas apenas dois meses depois, voltou para a cadeia após ser incriminado por associação ao tráfico de drogas. A acusação de portar 0,6 g de maconha e 9,3 g de cocaína teve apenas os PMs como testemunha e Braga alega terem sido forjadas.

 

Fonte: CUT Nacional 

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Dando continuidade à primeira reunião do GT sobre GDASS, realizada em 18 de agosto, os representantes do INSS começaram expondo que a primeira fórmula apresentada para construção do índice de aferição da gratificação de desempenho institucional foi descartada em face a inúmeras críticas verificadas e apontadas pelos servidores por meio de diversos meios.

 

Tão logo iniciada reunião, a Fenasps se posicionou contrária ao ritmo acelerado imposto pelo INSS, pela cobrança da CGU, para conclusão imediata em tema importante que interfere diretamente na remuneração e vida dos servidores.

 

O relatório a que tivemos acesso foi realizado desconsiderando o acordo de greve em relação à parcela fixa da GDASS em 70%, e a variável 30%, bem como o Decreto em que se basearam foi derrogado pela Lei 13.324, de 2016. Reiteramos o problema de falta de servidores, de sistemas ineficientes, e da crescente demanda frente à oferta de trabalho. Solicitamos a suspensão do próximo ciclo de avaliação.

 

Questionamos se antes de impor um índice como instrumento de gestão no qualhá cobrança de índices inexequíveis, o INSS elaborou algum estudo de quanto servidores seriam necessários para atingimento das metas propostas. Como resposta, os representantes do INSS se limitaram a dizer que não tinham este parâmetro, mas que têm que cumprir as determinações dos órgãos de controle.

 

Fonte: FENASPS

O SINTSPREV-MA realizou no dias 25 e 26 de agosto o I Seminário Sindical com o tema “Organização Sindical com Foco na Ética”. Coordenado pelas secretarias de Formação e Política Sindical, Administração e Finanças, Comunicação e Organização o seminário teve como publico alvo a comissão de base e direção do sindicato.

A mesa de abertura foi formada com representantes do FETRAN, SINDSEP e diretores do sindicato, onde todos deram as boas vindas. Em seguida o formador da CUT-MA, Susalvino Viana palestrou sobre “O movimento sindical e seus desafios”, com amplo dialogo com o público presente, dando continuidade, João Carlos Martins, diretor de Formação do SINDSEP-MA abordou o tema “A importância da gestão sindical com foco na ética”, seguido pela Educadora da Escola Nordeste da CUT, Almerinda Silva que discutiu sobre “O papel dos sindicatos frente ao direito coletivo do trabalho”. Encerrando o primeiro dia a Diretora de Comunicação da CUT-MA e Comissão de Base, Joanilde Pires, deu alguns Informes da FENASPS E CNTSS.

            No segundo dia de seminário a diretora da Secretaria de Administração e Finanças, Maria da Penha Figueiredo proferiu uma palestra sobre com o tema “Estou diretor do sindicato... e agora o que fazer??” abordando sobre as principais funções dos diretores quando assumem a administração de um sindicato. Finalizando as palestras o ex-assessor da CUT, José de Ribamar Silva falou sobre “Organização Sindical: perspectivas e desafios na conjuntura atual.

           

As palestras foram ministradas com o mais alto nível que possível, com interatividade com a comissão de base e diretores presentes e muito proveitosos no âmbito das discussões. Para o diretor da Secretaria de Formação e Política Sindical, José Luís Soeiro “O evento foi tranqüilo, bem descontraído, onde as Secretarias envolvidas foram imprescindíveis na realização do mesmo. Nessa atual Conjuntura  que estamos vivenciando,  o conhecimento agregara e fomentara sem dúvida alguma subsídios de grande relevância para nosso entendimento quanto a maneira e/ou forma, postura para os enfrentamentos que teremos contra esse Governo da Ilegitimidade com Pacotes e Ações de maldades que visa de forma Cruel e desastrosa , aniquilar os direitos da Classe Trabalhadora do nosso País.”

O sindicato acredita que Formação é uma ferramenta de suma importância para enriquecer e fomentar os conhecimentos, através dela é que passaremos a ter um entendimento e outro olhar para estarmos prontos para todas as questões e atos maléficos que vemos nos deparando hoje e com certeza no amanhã.

 

 

Prestação de Contas do Seminário Sindical

 

ALIMENTAÇÃO - R$ 2.200,00

PASSAGENS - R$ 3.496,00

AJUDA DE CUSTO - R$ 180,00

COMBUSTÍVEL - R$ 150,00

MÚSICO - R$ 350,00

XEROX - R$ 105,00

MATERIAL DIDÁTICO - R$ 200,00 

FAIXA - R$ 120

 

TOTAL - R$ 6801,00

Quinta, 24 Agosto 2017 12:02

Situação dos Processos

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Sala de Imprensa

SINTSPREVMA - Rua Silva Jardim, 513 - Centro | São Luís - MA
Tel.: (98) 3221 - 5925 / 3232 - 1937   e-Mail: sintsprevma@veloxmail.com.br

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